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Expectativa de crescimento imobiliário para 2018





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omprar um imóvel é uma grande decisão na vida de qualquer pessoa – seja pelo alto valor que é preciso desembolsar no investimento ou pela d...

Imóvel na planta ou pronto: qual é melhor?

omprar um imóvel é uma grande decisão na vida de qualquer pessoa – seja pelo alto valor que é preciso desembolsar no investimento ou pela definição de um "lugar fixo" para se viver. É a chance de dar adeus ao aluguel e ganhar a liberdade de montar um espaço que é somente seu. Mas tudo tem um preço. Antes de lidar com corretores, construtoras, cartórios e com muitos problemas que podem surgir no caminho, é preciso decidir qual imóvel encaixa-se melhor no seu estilo de vida – e, consequentemente, no seu bolso.
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Considerando imóveis novos, o que seria melhor: na planta ou pronto? Não há uma resposta exata para essa questão – cada um traz suas vantagens e desvantagens. Annalisa Dal Zotto, planejadora financeira e consultora da Par Mais, e Lucas Vargas, CEO do portal imobiliário VivaReal, dão dicas para quem está buscando um lugar para chamar de seue. Nos dois casos, porém, vai aqui a primeira dica: saber negociar. Em tempos de crise, as empresas andam atrás de clientes e podem oferecer muitas vantagens e descontos no preço. Ainda assim, é importante saber em que terreno você está pisando, antes de assinar o contrato. 
Documentação
Na planta: a documentação tende a ser menos complicada, já que a assinatura envolverá uma promessa de compra e venda e não um contrato definitivo. Além disso, o imóvel nunca foi habitado, o que pode facilitar a vida do proprietário. Todos os trâmites envolverão diretamente a construtora e o proprietário – e não terceiros (proprietário + cartório), como no caso do imóvel pronto.

A questão é que como estamos tratando de um imóvel que ainda será construído, o cliente está submetido a um risco maior. Não há como garantir 100% que aquele imóvel, de fato, vai ficar pronto. Por isso é importante checar a idoneidade da construtora para se certificar de que será entregue. Entretanto, no passado já houve casos de falência da construtora. É fácil lembrar aqui do caso Encol, construtora goiana que decretou falência em 1999 prejudicando 42 mil clientes. Portanto, é imprescindível verificar a situação da construtora, solicitar documentos que atestem a condição financeira da empresa (se há muitas reclamações no Procon, a receita da companhia, INSS) e se há notícias recentes sobre problemas com a construtora. 
Imóvel pronto: há mais burocracia envolvida, principalmente por conta de cartórios. Em compensação, toda a documentação solicitada é uma garantia a mais para o negócio. Esta documentação extra e o fato de o imóvel estar pronto oferecem maior segurança ao comprador. O imóvel acabado também tem uma vantagem "extra": é entrar e morar, sem a necessidade de esperar vários anos pelo término da construção. 
Investimento inicial
Geralmente, o preço do imóvel na planta é mais barato que o do imóvel pronto. Outra vantagem é que, ao comprar ainda na planta, ganha-se tempo para planejar o pagamento das prestações. É possível negociar entrada, qual o percentual mínimo a pagar de parcela, o valor das parcelas intermediárias (como trimestrais, semestrais e anuais), etc. Em geral, o financiamento exige que o comprador desembolse de 30 a 40% do valor do bem. Ou seja: para comprar imóvel pronto, é preciso ter um dinheiro maior já disponível. 
Instalações
A pessoa que compra um imóvel na planta ganha mais flexibilidade para customizar e decorar o imóvel do modo que deseja. É possível escolher qual será o acabamento, o piso, algumas instalações na área de serviço ou banheiro. Dependendo da incorporadora, imóveis na planta também permitem reformas em maior escala, como derrubar paredes e fazer uma cozinha americana – algo que às vezes nem está previsto na planta. 
Mas é preciso tomar cuidado em um ponto: muitas vezes, a construtora não entrega o imóvel do jeito que o cliente esperava, em termos de instalações elétricas, piso, tomadas, entre outros pontos. Isso pode retardar a entrada do proprietário no imóvel, se ele quiser retificar os problemas (sem falar em custo extra). A dica dos especialistas é sempre solicitar à construtora um memorial descritivo (escritura do terreno, tamanho, material de construção, qualidade dos elevadores) para ter certeza de tudo o que está contratado para entrega e não se decepcionar ao ver a obra acabada.

Já o imóvel pronto tem a vantagem de que tudo já está ali: em grande parte dos casos, não é preciso gastar dinheiro com piso, acabamentos, etc. Isso torna o processo de mudança mais ágil. "Se o proprietário deseja fazer melhorias aos poucos e de acordo com seu orçamento, o imóvel pronto se encaixa melhor", diz Lucas Vargas, da VivaReal. Além disso, já na primeira visita o proprietário pode ver claramente as dimensões, detalhes de acabamento, planejar a decoração e uso de espaços. 
Valorização do imóvel
Durante muitos anos, a valorização do imóvel na planta justificava o investimento sem fazer muitas contas – geralmente de 20% a 40% do preço pago. Agora, com a recessão econômica, é preciso analisar essa vantagem de acordo com o perfil do consumidor, diz Lucas Vargas. O imóvel na planta tende a se valorizar mais que o imóvel pronto ou usado por dois principais motivos, de acordo com a análise do executivo:
1) Oferta: a previsão é que lançamentos ocorram com uma velocidade menor nos próximos 3 anos. O Brasil possui um déficit histórico de imóveis e, caso a situação econômica melhore (aumento do emprego e queda da sSelic), haverá uma grande busca por imóveis, diante de uma oferta menor de unidades;
2) Custos de manutenção: o imóvel pronto ou usado pode ter um custo de manutenção maior para o proprietário, que incorre do próprio tempo de uso. Isso se aplica principalmente a prédios, com aumento do custo de condomínio e, com os anos, desvalorização do imóvel.
Mudança
Para aqueles que não têm planos de mudar rapidamente, o imóvel na planta costuma ser uma opção financeira mais viável. Essa modalidade permite o parcelamento da entrada e planejamento de valores intermediários. Em geral, o consumidor paga 30% da entrada de acordo com o avançar das obras. Quando o imóvel for entregue, paga-se a taxa pelas chaves e pode-se mudar para o local, fugindo do aluguel. Essa é uma modalidade muito utilizada por aqueles que não conseguem poupar, pois o imóvel na planta "força" um planejamento por parte do proprietário e o pagamento mensal.
Já para adquirir o imóvel pronto, o consumidor precisa ter essa entrada “no bolso”. Outra vantagem é ter o benefício de dar adeus mais rapidamente ao aluguel em prol de uma mensalidade. Vale lembrar que é necessário ter garantias dos outros 70%, seja por meio de financiamento ou pagamento à vista. Caso contrário, é possível que o consumidor pague multas e pode até mesmo perder grande parte dos 30% que investiu.

Segundo o IBGE, Pouso Alegre foi o município que teve o maior crescimento em 10 anos no Sul de Minas em número de habitantes (Foto:...

Investimentos devem fazer PIB quase triplicar em Pouso Alegre, MG



Segundo o IBGE, Pouso Alegre foi o município que teve o maior crescimento em 10 anos no Sul de Minas em número de habitantes (Foto: Reprodução EPTV)
Segundo o IBGE, Pouso Alegre foi o município que teve o maior crescimento em 10 anos no Sul de Minas em número de habitantes (Foto: Reprodução EPTV)

Empresa farmacêutica vai investir R$ 450 milhões em nova fábrica em Pouso Alegre, MG

Cerca de 600 empregos diretos e 1,5 mil indiretos devem ser criados na cidade.


A Prefeitura de Pouso Alegre anunciou na tarde desta sexta-feira (21) que a empresa Biolab, do ramo farmacêutico, vai abrir uma nova fábrica na cidade. De acordo com o município, o investimento deve ser de R$ 450 milhões. Além disso, devem ser criados cerca de 600 empregos diretos e 1,5 mil indiretos.

Setor de construção civil chama atenção de investidores em Pouso Alegre (MG)


Assista ao vídeo do G1 onde mostra que o setor da construção civil chama atenção de investidores em Pouso Alegre - MG:

As melhores opções de investimento em Pouso Alegre, MG, você encontra na Torres Imóveis Minas www.torresimoveisminas.com.br
Nenhum texto alternativo automático disponível.

Está chegando o dia! Chega de pagar aluguel, more no que é seu! Em Pouso Alegre - MG, no estacionamento do supermercado central do São Cristóvão.

Olá amigos e clientes! Hoje trazemos a vocês uma matéria publicada no site Casa.abril.com.br . São 6 perguntas que sempre devemos nos fazer ...

6 perguntas para se fazer na hora de limpar o armário

Olá amigos e clientes! Hoje trazemos a vocês uma matéria publicada no site Casa.abril.com.br. São 6 perguntas que sempre devemos nos fazer na hora de fazer uma limpa em nosso armário. Vamos ver?

Com o final do ano e começo de uma nova fase, é normal sentir que esse é o momento perfeito para limpar o armário e tirar dali tudo o que você não usa mais. Ou ainda de rever os livros que tem na prateleira e levar alguns para a doação. E por mais que tirar essas coisas de casa pareça mesmo a parte mais difícil do processo, é se desfazer do que você tem em casa que é o verdadeiro exercício.

como limpar o armário
Para ajudar com esse processo, elaboramos algumas perguntas que você pode se fazer na hora de olhar com carinho cada uma das peças (e quaisquer outros itens) que você tem no armário de casa. Ah, mas vale o aviso: seja firme e não caia no mito do ‘pode ser que isso tenha uso daqui um tempo’ – provavelmente, não terá.

1.Eu usei isso no último ano?

A regra é simples: se você não usou no último ano, é melhor tirar do armário de uma vez. Chances são que você não vai usar essa peça também nos próximos meses.

2.Eu usarei isso no próximo ano?

Assim como você parou para pensar se usou alguma coisa nos últimos tempos, vale ter o pensamento contrário: eu vou usar essa roupa no próximo ano? Se a resposta for ‘não’, você já sabe o que fazer.

3.Se eu fizesse compras agora, eu compraria isso de novo?

Outra pergunta para se fazer com sinceridade. Se você estivesse no shopping neste momento, compraria essa roupa de novo?

4.Se está quebrado, vale a pena consertar?

Pense no peso que isso terá no bolso se você mandar essa peça para o conserto. Ela será aproveitada por completo se isso acontecer? Caso contrário, talvez seja melhor descartá-la.

5.Eu manteria isso se estivesse de mudança?

É fácil saber o que você levaria com você com certeza e o que você deixaria para trás na hora de uma mudança. Não hesite e seja firme na sua decisão, ok?

O sonho de comprar a casa própria, hoje em dia, não está tão distante. Bancos públicos e privados continuam apostando nos pacotes de  financ...

Como funciona o financiamento imobiliário

O sonho de comprar a casa própria, hoje em dia, não está tão distante. Bancos públicos e privados continuam apostando nos pacotes de  financiamento imobiliário para facilitar a aquisição de residências. A modalidade permite pagamento facilitado e taxas de juros menores que devem atrair clientes.

Basicamente, o financiamento imobiliário permite ao cliente pagar o imóvel em diversas parcelas, que podem se estender por anos. Os bancos montam um programa a partir do perfil de cada consumidor. Os interessados devem se atentar às condições, como valor mínimo de compra, taxas de juros, prazo mínimo e máximo para pagamento, tipo do imóvel, limite de crédito e também os custos adicionais.


Em um banco público, por exemplo, existe a possibilidade de financiar o imóvel pelo programa Minha Casa Minha Vida, para famílias com limite de renda mensal bruta de até R$ 5 mil, que residam em cidades integrantes de regiões metropolitanas ou equivalentes. A residência deve ter valor real de até R$ 190 mil e o valor pode ser 100% financiado se as parcelas foram divididas em 240 meses, o que cai para 90% em 300 meses e 80% em 360 meses. Entre as exigências para ter os documentos aprovados, o cliente não deve ter nenhum financiamento ativo em qualquer parte do país.
Para adquirir um imóvel novo, usado, em construção ou um terreno, também é possível utilizar o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), em que o financimanento é feito com base nos recursos de poupança captados pelo banco. O pagamento pode ser feito em até 420 meses com juros que variam de  9,5 % a.a. até 9,9% a.a. Já em um banco privado, a  diretora de crédito imobiliário Cristiane Magalhães conta que as taxas de juros são personalizadas para cada cliente.
"O prazo para pagamento varia de 12 a 360 meses e a cada parcela o valor vai diminuindo. Além disso, o boleto pode ser quitado através de débito on-line." Cristiane explica que o valor do imóvel a ser financiado deve ser de, no mínimo, R$ 106,6 mil, sem limite máximo. Mas, para que pelos menos 75% do valor seja parcela, a base deve ser de R$ 80 mil.
Como conseguir
Para solicitar um financiamento é preciso apresentar os documentos pessoais no banco escolhido, entre eles RG, CPF, comprovante de residência e de renda mensal. Após uma análise minunciosa e, não havendo pendências em nome do cliente, a solicitação é aprovada. O imóvel a ser financiado é avaliado por representantes do banco, como engenheiros e corretores, que confirmam o valor antes de o contrato ser assinado. Sites de alguns bancos oferecem uma ferramenta onde é possível simular o financiamento.
Planejamento
A economista Carla Giuliani diz que é preciso planejar a vida financeira antes de fechar um contrato de financiamento ou crédito imobiliário. "Se a pessoa não consegue durante um ano guardar o valor da prestação, mensalmente, em forma de poupança, provavelmente não será capaz de honrar seus compromissos após o fechamento do contrato."

Ela orienta que é importante fazer um relatório mensal com todos os gastos e perceber se é possível se comprometer com mais uma prestação dentro do orçamento. "O mercado tem como norma aceitar que a família comprometa no máximo 30% de sua renda líquida na prestação do imóvel", diz a profissional.
Carla afirma que a crise também faz o sonho da casa própria se tornar um desafio. "Hoje, devido à forte recessão econômica, os empréstimos são feitos a juros muito altos e há muitas dificuldades para fechamento dos novos contratos, pois o risco de inadimplência é grande", finaliza.
Fonte: G1

Olá amigos e clientes, vejam só que matéria interessante separamos para vocês conferirem com a gente hoje, imagine só morar em um apartamen...

Com 10m2, menor apartamento do país custa R$ 100 mil

Olá amigos e clientes, vejam só que matéria interessante separamos para vocês conferirem com a gente hoje, imagine só morar em um apartamento de 10m², não, você não leu errado, são 10m² mesmo, esta é a ideia do empreendimento lançado pela construtora Vitacon, nesta terça-feira (15), em São Paulo. O empreendimento conta com 72 apartamentos de apenas 10 metros quadrados. Os preços partem de 99 mil reais, ou seja, quase 10 mil reais por metro quadrado. A matéria saiu no site da Veja.com, confira:
De acordo com a construtora, trata-se do menor apartamento da América Latina. A planta prevê espaço para banheiro, sofá-cama, TV e um guarda-roupa, além de uma pequena bancada com uma pia e um cooktop. Por causa do tamanho, exigirá uma mobília adaptada. A mesa, por exemplo, terá que ser dobrável e não há espaço para cozinha.
O empreendimento, chamado de Nova Higienópolis, ficará na rua das Palmeiras, próximo ao centro de São Paulo. Embora o nome do empreendimento faça referência ao bairro nobre de Higienópolis, ele fica localizado na Vila Buarque, onde o valor do metro quadrado, segundo o site Agente Imóvel, é de 7.539 reais.
O empreendimento terá ainda outras 39 unidades maiores (até 77 metros quadrados). O prédio disponibilizará cozinha, utensílios e lavanderia para compartilhamento, bicicletas, academia e fechadura biométrica.
A Vitacon já construiu 42 prédios em São Paulo, com apartamentos de 15 metros quadrados, em média.

fonte: Veja.com

Esta  sala de estar  em  Toronto , no  Canadá , assinada pelo arquiteto  Brad Abbot  e pelo designer de interiores  Jodie Rosen , é cheia d...

Sala de estar cheia de contrastes


Esta sala de estar em Toronto, no Canadá, assinada pelo arquiteto Brad Abbot e pelo designer de interiores Jodie Rosen, é cheia de contrastes. A moradora queria um lugar colorido e agradável, tanto para receber convidados e conversar como para seus filhos brincarem.



O cômodo possui grandes janelas que permitem a entrada de luz natural abundante. Por isso, os designers arriscaram numa mobília mais escura e marcante, com sofás azul cobalto e almofadas cor-de-rosaEstampas diferentes nos tecidos das poltronas formam uma composição descontraída.


cinza predomina no ambiente, e está presente na lareira de porcelana, que também serve de suporte para a TV, e nos armários. Mas o destaque é a estantegeometrica. Os livros foram organizados por cor, e combinam com o visual divertido da sala.

Fonte: CASA CLAUDIA