Especialistas do mercado imobiliário listam algumas orientações para aqueles que fecham o ano com planos de investir a aquisição de um imóv...

Dicas Pra Quem Quer Comprar Um Imóvel

Especialistas do mercado imobiliário listam algumas orientações para aqueles que fecham o ano com planos de investir a aquisição de um imóvel
Para que a compra de um imóvel se torne um sonho realizado e não um pesadelo é importante entender que as necessidades da família e as características do imóvel não são os únicos pontos a serem analisados. Fazer um bom negócio depende também de garantias da contratação, diferenciais no acabamento e, em alguns casos, a avaliação de eventuais manutenções que serão necessárias. Seja para quem vai comprar o primeiro imóvel ou para quem já passou por isso outras vezes, algumas dicas são bem-vindas para garantir que seja feito um ótimo negócio.
Especialistas do mercado imobiliário apontam o que precisa ser analisado antes da compra do imóveis. Um dos pontos principais para se levar em consideração é a situação do mercado. A Caixa Econômica Federal anunciou a redução dos juros para créditos imobiliários para operações com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Houve também melhoria nas condições no financiamento de imóveis para pessoa física, o que tornou este um momento de oportunidade para negociação para muitas pessoas.
Por isso, manter-se informado com as notícias do setor, como esse caso de baixa de juros, pode gerar indicadores importantes para decidir sobre a compra, pois representam boas condições para se adquirir um imóvel.
Mais eficiente do que pesquisar, estudar e analisar o seu futuro imóvel, o ideal é contar com a ajuda do seu corretor para garantir que realmente seja feito um bom negócio.
O diretor comercial da Bidese Imobiliária, Leandro Greca, afirma que, na compra do imóvel, sendo usado ou novo, é preciso traçar o perfil dos moradores para encontrar as melhores opções para a família. “O consultor deve estar sempre treinado para fazer a busca específica de cada cliente. Com isso, nos preocupamos em traçar um perfil detalhado do que cada família procura. Logo em seguida, visamos o melhor investimento e o melhor custo-benefício, de acordo com o que o eles precisam”, conta Leandro.

O que considerar na hora de escolher onde investir em imóveis

Necessidade da família
O lugar onde vai se comprar o imóvel talvez seja a primeira coisa que você e sua família procuram, mas a localização vai além do bairro escolhido. Busque pesquisar o acesso, a vizinhança e até infraestrutura antes de querer visitar o imóvel. Isso garante economia de tempo e é um dos pontos principais para quem quer morar bem.
Além dos cuidados com a localização, é importante analisar a estrutura do imóvel como posição de sol, elevador, posição e facilidades das vagas de garagem e outros pontos que são essenciais para garantir conforto e praticidade para os moradores. Em qualquer caso, a localização e o valor da compra estão, sem dúvida, entre os itens mais importantes.
Imóveis novos
Caso sua intenção seja a compra de um imóvel novo, é preciso se atentar para alguns prós e contras. Imóveis novos têm garantia da construtora, diferenciais no acabamento e as últimas tecnologias no mercado. Além de que pode-se fazer alterações nos acabamentos, que garante a personalização da casa.
Por isso, na compra de um imóvel novo, é preciso ter em mente as necessidades e o conforto que você busca para sua família. Analise os tipos de tecnologia aplicadas à construção e, caso esteja pensando em comprar imóveis na planta, é possível escolher os tipos de instalações. Então, acompanhe e busque deixar o imóvel de acordo com o que sua família deseja e precisa. Outra grande vantagem da escolha por comprar um imóvel novo, é que o empreendimento não precisa de nenhuma manutenção.
Por outro lado, ao comprar um imóvel novo, é preciso contabilizar os gastos com móveis, decorações e, em alguns casos, os acabamentos finais. Um imóvel usado pode vir pronto para morar, o que é uma vantagem. Por outro lado, o novo, especialmente na planta, é o que rende maior valorização do investimento para o comprador.
Imóveis usados
Como mencionado, a grande vantagem dos imóveis usados é a facilidade na compra e a possibilidade de ter a noção dos espaços. No imóvel já em uso, o cliente já consegue ter a real noção dos espaços dentro do imóvel. Outra vantagem é a disponibilidade do local logo após a assinatura de escritura de compra, não precisando aguardar vistorias e outros procedimentos que acabam demorando para disponibilizar a mudança, como a fase de construção do novo. Por isso, para quem precisa fazer a mudança para a casa nova o quanto antes, os imóveis usados podem ser uma ótima escolha. Mas é preciso analisar os diferenciais e se há ou não a necessidade de manutenção, para comparar o custo-benefício do imóvel.
Pergunte e procure saber tudo que o imóvel oferece e não se incomode em analisar cada canto da casa no dia de visitar, para depois fazer um levantamento do que será necessário de reforma.
Fonte: Bem Paraná

COMO SERÁ O MERCADO IMOBILIÁRIO EM 2019? Embora a maioria dos países desenvolvidos tenham deixado a crise imobiliária de 2007 para trás, o...

Expansão do Mercado Imobiliário

COMO SERÁ O MERCADO IMOBILIÁRIO EM 2019?

Embora a maioria dos países desenvolvidos tenham deixado a crise imobiliária de 2007 para trás, o motivo da crise segue presente: famílias, empresas, governos e bancos continuam altamente endividados. Esse é o mesmo motivo que levou o mundo ao colapso há dez anos.

Ao constatar um mundo “mais afundado em dívidas do que há dez anos”, o FMI alertou há algumas semanas para dois riscos: 1. O alto endividamento pode dificultar a rolagem dos débitos e obrigar os governos a pagar mais juros. 2. Em uma nova crise ou recessão mais forte, os governos, já muito endividados, não teriam tanto espaço para socorrer empresas, bancos e famílias.

Nos EUA, há sinais de que o atual ciclo de expansão pode estar perto do fim, como o elevado endividamento das empresas e a taxa de desemprego extremante baixa. Isso já pressiona os salários e a inflação. Em dez anos, os cortes de impostos e mais gastos criados pelo Governo Trump também poderão aumentar o déficit do país em US$ 1,6 trilhão.

Na Austrália, temores de possível recessão do mercado imobiliário começam a se espalhar. Em Melbourne, os valores das habitações subiram mais de 50% nos últimos seis anos. Em Sydney, o aumento foi ainda maior. As duas cidades estão entre as menos acessíveis do mundo em matéria de moradias e as dívidas com as hipotecas fazem com que os australianos sejam os maiores tomadores de empréstimo do planeta.

Por outro lado, no Brasil o mercado imobiliário deve ter uma nova fase de crescimento a partir de 2019, sustentando pela perspectiva de oferta de crédito barato para construção e aquisição de imóveis, em meio a um cenário macroeconômico com taxa básica de juros em torno de 8% ao ano e inflação estabilizada no patamar de 3% a 4%.

Mas este crescimento só deve ganhar corpo entre o fim de 2018 e início de 2019, afinal os problemas econômicos, as turbulências políticas e os problemas fiscais ainda geram incertezas para o futuro do país.

QUAIS SÃO AS PERSPECTIVAS DO MERCADO IMOBILIÁRIO EM 2019?

Inteligencia de Mercado·inteligencia de mercado para construção civil·inteligencia de mercado para incorporação imobiliaria-mercado imobiliário-mercado imobiliário de São Paulo
O ano de 2018 ainda está marcado por um clima de insegurança no aspecto econômico. O poder aquisitivo do brasileiro se torna cada vez menor, com a subida da inflação no primeiro semestre, e o mercado imobiliário sofre os efeitos dessa diminuição do consumo. Em julho, o preço de imóveis novos e usados caiu. Entretanto, como em todo segmento, períodos de crise podem ser uma sinalização de novas perspectivas. O fim do ano já está próximo e, com ele, uma retomada com o crescimento do mercado imobiliário em 2019.

Sua empresa está pronta para se destacar da concorrência e antecipar tendências? Confira, a seguir, algumas das principais perspectivas para o mercado imobiliário em 2019.

1. Oportunidades no crédito imobiliário popular
Em 2019, seu cliente que desejar adquirir um novo empreendimento imobiliário popular poderá se beneficiar. As novas regras do CMN (Conselho Monetário Nacional) tendem a aquecer a concorrência das construtoras e incorporadoras, facilitando o crédito ao consumidor.

Dos recursos da caderneta de poupança destinados para financiamento imobiliário, 80% passam a ser liberados para outras linhas de crédito. Agentes financeiros têm outras opções além do SFH (Sistema Financeiro da Habitação). Isso significa que haverá, em 2019, uma maior liberdade para oferecer financiamentos e empréstimos para outras modalidades de imóveis.

A nova estipulação do CMN entrará em vigor em janeiro de 2019. Com ela, financiamentos como o “Minha Casa, Minha Vida” e o SFI (Sistema Financeiro Imobiliário) ganharão novas oportunidades.

Além disso, tem-se a perspectiva de um aumento no teto do valor do imóvel. Com o sistema de correção modificado, apontam-se novas tendências para o financiamento popular de imóveis. Clientes com perfil de compra de imóveis na faixa entre R$ 250 mil e R$ 500 mil terão uma maior facilidade em sua aquisição.

2. Expansão do mercado imobiliário em 2019
Projeções futuras apontam o começo da saída do cenário de recessão após 2019. O ciclo de variações dos imóveis em território brasileiro tende a ser completo, uma vez que ajustes fiscais e queda de juros futuros ocorram no período.

Apesar de existirem expectativas positivas, a janela para a expansão do mercado imobiliário em 2019 é pequena. As taxas desse crescimento econômico não serão elevadas. É o momento de empresas que detêm o poder de análise de suas métricas investirem de forma precisa, antecipando a variação do mercado.

3. Maior urgência em relação ao resultado das eleições
O ciclo positivo do mercado imobiliário depende de um equilíbrio de fatores macroeconômicos. Os cofres públicos, a Reforma da Previdência e demais questões aguardam uma resposta após as eleições. Portanto, a perspectiva do mercado imobiliário em 2019 precisa ser encarada juntamente com as possíveis reformas e o reequilíbrio da dívida interna.

Por enquanto, o segmento de incorporadoras vive um momento atual de crise e de pequena recuperação. Em 2014, eram 2,5 milhões de trabalhadores no segmento. Atualmente, em 2018, houve uma redução para 1,3 milhão no quadro. Aliado a isso, há um volume crescente de devoluções de imóveis ainda na planta, ou distratos, que podem ter crescido com base na especulação imobiliária.

4. Foco no segmento de imóveis de baixa renda
A perspectiva do mercado imobiliário em 2019 em relação a imóveis de médio e alto padrão ainda é cautelosa. A volatilidade desse nicho tende a desacelerar. Em contrapartida, segmentos de habitação popular, como o Minha Casa Minha Vida, se mantêm resistentes. Além disso, o aumento de renda para empréstimos e financiamentos, como vimos, aumenta a confiabilidade desse perfil de cliente.

O foco no segmento de imóveis desse padrão pode ser uma estratégia valiosa para que empresas continuem competitivas no mercado imobiliário em 2019.

5. Mais segurança e credibilidade em vendas online
As plataformas digitais que incentivam venda e locação de imóveis passam por um momento de desorganização. Anúncios são feitos sem padronização, com ofertas e fotos do mesmo imóvel repetidas. Isso ocorre como resultado do método de trabalho das imobiliárias, que acabam priorizando a quantidade de negócios fechados. Isso, porém, negligencia a experiência de compra do cliente.

Para o mercado imobiliário em 2019, será preciso atuar com excelência e atender novos perfis de clientes, que demandam maior credibilidade na venda de imóveis. Formatos de exclusividade, por exemplo, devem ser vantajosos para ambas as partes e não devem trazerem ônus em caso de cancelamento.

Considerações finais
O mercado imobiliário de 2019 tem algumas barreiras a serem superadas. A retração do poder de compra do cidadão brasileiro é uma realidade atual, e a diminuição do poder de mercado das incorporadoras também. Em algumas praças, como o Rio de Janeiro, a situação chega a extremos.

Nesse cenário, as possíveis oportunidades positivas serão mais segmentadas e pontuais. Por isso, a perspectiva do mercado imobiliário em 2019 é de que as empresas que estejam à frente em sua inteligência de mercado dominem segmentos no momento adequado.


Jacareí se consolida como boa cidade para se investir no Vale Jacareí é a segunda melhor cidade do Vale do Paraíba para se fazer n...

Jacareí se consolida como boa cidade para se investir no Vale



Jacareí é a segunda melhor cidade do Vale do Paraíba para se fazer negócio. Em estudo realizado pela consultoria Urban Systems, foram selecionadas as 100 melhores para se investir em todo o território nacional, levando em consideração municípios acima de 100 mil habitantes, a cidade saltou 48 posições em um ano.
Enquanto em 2017 a cidade se encontrava na 94a posição, este ano na 46a no ranking, que analisa 42 fatores: econômicos, educação, saúde e infraestrutura. Cada indicador soma uma pontuação, conforme a importância e a atualidade, totalizando 37,5 pontos. Jacareí finalizou a avaliação com 11,42, apenas 2,38 pontos a menos do que a primeira colocada, Vitória (ES).
Para o prefeito, Azaias Santana, os empreendedores privados tiveram papel fundamental nesse panorama. “O salto se deu basicamente em razão da melhora para os negócios. Ou seja, da visão dos empreendedores privados. É hora de aproveitarmos essa oportunidade e avançarmos nos demais itens, como o desenvolvimento humano e a infraestrutura”, pontuou.
Neste sentido, o poder público tem investido na universalização do ensino infantil e das creches, bem como as parcerias com universidades e o reforço de cursos técnicos profissionalizantes, bem como no programa de redução do analfabetismo por intermédio do EJA (Educação de Jovens e Adultos).

Quanto ao quesito infraestrutura, o prefeito completou que “temos projetos de 5combate a enchentes, redução do esgoto sem tratamento e melhora da infraestrutura dos bairros mais afastados, tais como drenagem e asfalto, para que possamos transformar esse crescimento em realidade”.

Por fim, o prefeito citou o Plano de Desenvolvimento Urbano e Social, que promoverá ações em Jacareí nas questões de mobilidade, infraestrutura e qualidade de vida do município a partir dos investimentos da CAF.

Plano de Desenvolvimento Urbano e Social: O Programa de Desenvolvimento Urbano e Social de Jacareí tem como objetivo geral a melhoria da mobilidade e da infraestrutura urbana e a revitalização de áreas públicas, impulsionando o desenvolvimento econômico e socioambiental.

A proposta tomou como base o Plano Diretor Municipal (em fase final de atualização), o Plano de Mobilidade Urbano (em desenvolvimento) e o Plano Integrado de Saneamento (em desenvolvimento). O Programa deverá beneficiar toda a população do município, estimada em 229.851 habitantes (IBGE, 2017) e propõe entre outras atividades: obras viárias, obra de macrodrenagem, implantação de parques, implantação de ciclovias e estudos e projetos técnicos e ambientais.

O custo estimado do Programa é de US$ 75,0 milhões, dos quais o Município de Jacareí solicitou à CAF um financiamento de até US$ 60,0 milhões, que foi aprovado pela COFIEX em junho de 2018.

(Victor Copola/PMJ)

http://www.jacarei.sp.gov.br/jacarei-se-consolida-como-boa-cidade-para-se-investir-no-vale/?fbclid=IwAR178uL9l1z1V5I5G8rZAOUPZweNs26sQHcTxAvPEcCIMJc5drlJ6rN6rjw

fonte: InfoMoving

Expectativa de crescimento imobiliário para 2018





fonte: InfoMoving

omprar um imóvel é uma grande decisão na vida de qualquer pessoa – seja pelo alto valor que é preciso desembolsar no investimento ou pela d...

Imóvel na planta ou pronto: qual é melhor?

omprar um imóvel é uma grande decisão na vida de qualquer pessoa – seja pelo alto valor que é preciso desembolsar no investimento ou pela definição de um "lugar fixo" para se viver. É a chance de dar adeus ao aluguel e ganhar a liberdade de montar um espaço que é somente seu. Mas tudo tem um preço. Antes de lidar com corretores, construtoras, cartórios e com muitos problemas que podem surgir no caminho, é preciso decidir qual imóvel encaixa-se melhor no seu estilo de vida – e, consequentemente, no seu bolso.
Resultado de imagem para imoveis
Considerando imóveis novos, o que seria melhor: na planta ou pronto? Não há uma resposta exata para essa questão – cada um traz suas vantagens e desvantagens. Annalisa Dal Zotto, planejadora financeira e consultora da Par Mais, e Lucas Vargas, CEO do portal imobiliário VivaReal, dão dicas para quem está buscando um lugar para chamar de seue. Nos dois casos, porém, vai aqui a primeira dica: saber negociar. Em tempos de crise, as empresas andam atrás de clientes e podem oferecer muitas vantagens e descontos no preço. Ainda assim, é importante saber em que terreno você está pisando, antes de assinar o contrato. 
Documentação
Na planta: a documentação tende a ser menos complicada, já que a assinatura envolverá uma promessa de compra e venda e não um contrato definitivo. Além disso, o imóvel nunca foi habitado, o que pode facilitar a vida do proprietário. Todos os trâmites envolverão diretamente a construtora e o proprietário – e não terceiros (proprietário + cartório), como no caso do imóvel pronto.

A questão é que como estamos tratando de um imóvel que ainda será construído, o cliente está submetido a um risco maior. Não há como garantir 100% que aquele imóvel, de fato, vai ficar pronto. Por isso é importante checar a idoneidade da construtora para se certificar de que será entregue. Entretanto, no passado já houve casos de falência da construtora. É fácil lembrar aqui do caso Encol, construtora goiana que decretou falência em 1999 prejudicando 42 mil clientes. Portanto, é imprescindível verificar a situação da construtora, solicitar documentos que atestem a condição financeira da empresa (se há muitas reclamações no Procon, a receita da companhia, INSS) e se há notícias recentes sobre problemas com a construtora. 
Imóvel pronto: há mais burocracia envolvida, principalmente por conta de cartórios. Em compensação, toda a documentação solicitada é uma garantia a mais para o negócio. Esta documentação extra e o fato de o imóvel estar pronto oferecem maior segurança ao comprador. O imóvel acabado também tem uma vantagem "extra": é entrar e morar, sem a necessidade de esperar vários anos pelo término da construção. 
Investimento inicial
Geralmente, o preço do imóvel na planta é mais barato que o do imóvel pronto. Outra vantagem é que, ao comprar ainda na planta, ganha-se tempo para planejar o pagamento das prestações. É possível negociar entrada, qual o percentual mínimo a pagar de parcela, o valor das parcelas intermediárias (como trimestrais, semestrais e anuais), etc. Em geral, o financiamento exige que o comprador desembolse de 30 a 40% do valor do bem. Ou seja: para comprar imóvel pronto, é preciso ter um dinheiro maior já disponível. 
Instalações
A pessoa que compra um imóvel na planta ganha mais flexibilidade para customizar e decorar o imóvel do modo que deseja. É possível escolher qual será o acabamento, o piso, algumas instalações na área de serviço ou banheiro. Dependendo da incorporadora, imóveis na planta também permitem reformas em maior escala, como derrubar paredes e fazer uma cozinha americana – algo que às vezes nem está previsto na planta. 
Mas é preciso tomar cuidado em um ponto: muitas vezes, a construtora não entrega o imóvel do jeito que o cliente esperava, em termos de instalações elétricas, piso, tomadas, entre outros pontos. Isso pode retardar a entrada do proprietário no imóvel, se ele quiser retificar os problemas (sem falar em custo extra). A dica dos especialistas é sempre solicitar à construtora um memorial descritivo (escritura do terreno, tamanho, material de construção, qualidade dos elevadores) para ter certeza de tudo o que está contratado para entrega e não se decepcionar ao ver a obra acabada.

Já o imóvel pronto tem a vantagem de que tudo já está ali: em grande parte dos casos, não é preciso gastar dinheiro com piso, acabamentos, etc. Isso torna o processo de mudança mais ágil. "Se o proprietário deseja fazer melhorias aos poucos e de acordo com seu orçamento, o imóvel pronto se encaixa melhor", diz Lucas Vargas, da VivaReal. Além disso, já na primeira visita o proprietário pode ver claramente as dimensões, detalhes de acabamento, planejar a decoração e uso de espaços. 
Valorização do imóvel
Durante muitos anos, a valorização do imóvel na planta justificava o investimento sem fazer muitas contas – geralmente de 20% a 40% do preço pago. Agora, com a recessão econômica, é preciso analisar essa vantagem de acordo com o perfil do consumidor, diz Lucas Vargas. O imóvel na planta tende a se valorizar mais que o imóvel pronto ou usado por dois principais motivos, de acordo com a análise do executivo:
1) Oferta: a previsão é que lançamentos ocorram com uma velocidade menor nos próximos 3 anos. O Brasil possui um déficit histórico de imóveis e, caso a situação econômica melhore (aumento do emprego e queda da sSelic), haverá uma grande busca por imóveis, diante de uma oferta menor de unidades;
2) Custos de manutenção: o imóvel pronto ou usado pode ter um custo de manutenção maior para o proprietário, que incorre do próprio tempo de uso. Isso se aplica principalmente a prédios, com aumento do custo de condomínio e, com os anos, desvalorização do imóvel.
Mudança
Para aqueles que não têm planos de mudar rapidamente, o imóvel na planta costuma ser uma opção financeira mais viável. Essa modalidade permite o parcelamento da entrada e planejamento de valores intermediários. Em geral, o consumidor paga 30% da entrada de acordo com o avançar das obras. Quando o imóvel for entregue, paga-se a taxa pelas chaves e pode-se mudar para o local, fugindo do aluguel. Essa é uma modalidade muito utilizada por aqueles que não conseguem poupar, pois o imóvel na planta "força" um planejamento por parte do proprietário e o pagamento mensal.
Já para adquirir o imóvel pronto, o consumidor precisa ter essa entrada “no bolso”. Outra vantagem é ter o benefício de dar adeus mais rapidamente ao aluguel em prol de uma mensalidade. Vale lembrar que é necessário ter garantias dos outros 70%, seja por meio de financiamento ou pagamento à vista. Caso contrário, é possível que o consumidor pague multas e pode até mesmo perder grande parte dos 30% que investiu.

Segundo o IBGE, Pouso Alegre foi o município que teve o maior crescimento em 10 anos no Sul de Minas em número de habitantes (Foto:...

Investimentos devem fazer PIB quase triplicar em Pouso Alegre, MG



Segundo o IBGE, Pouso Alegre foi o município que teve o maior crescimento em 10 anos no Sul de Minas em número de habitantes (Foto: Reprodução EPTV)
Segundo o IBGE, Pouso Alegre foi o município que teve o maior crescimento em 10 anos no Sul de Minas em número de habitantes (Foto: Reprodução EPTV)

Empresa farmacêutica vai investir R$ 450 milhões em nova fábrica em Pouso Alegre, MG

Cerca de 600 empregos diretos e 1,5 mil indiretos devem ser criados na cidade.


A Prefeitura de Pouso Alegre anunciou na tarde desta sexta-feira (21) que a empresa Biolab, do ramo farmacêutico, vai abrir uma nova fábrica na cidade. De acordo com o município, o investimento deve ser de R$ 450 milhões. Além disso, devem ser criados cerca de 600 empregos diretos e 1,5 mil indiretos.

Setor de construção civil chama atenção de investidores em Pouso Alegre (MG)


Assista ao vídeo do G1 onde mostra que o setor da construção civil chama atenção de investidores em Pouso Alegre - MG:

As melhores opções de investimento em Pouso Alegre, MG, você encontra na Torres Imóveis Minas www.torresimoveisminas.com.br
Nenhum texto alternativo automático disponível.

Está chegando o dia! Chega de pagar aluguel, more no que é seu! Em Pouso Alegre - MG, no estacionamento do supermercado central do São Cristóvão.

Olá amigos e clientes! Hoje trazemos a vocês uma matéria publicada no site Casa.abril.com.br . São 6 perguntas que sempre devemos nos fazer ...

6 perguntas para se fazer na hora de limpar o armário

Olá amigos e clientes! Hoje trazemos a vocês uma matéria publicada no site Casa.abril.com.br. São 6 perguntas que sempre devemos nos fazer na hora de fazer uma limpa em nosso armário. Vamos ver?

Com o final do ano e começo de uma nova fase, é normal sentir que esse é o momento perfeito para limpar o armário e tirar dali tudo o que você não usa mais. Ou ainda de rever os livros que tem na prateleira e levar alguns para a doação. E por mais que tirar essas coisas de casa pareça mesmo a parte mais difícil do processo, é se desfazer do que você tem em casa que é o verdadeiro exercício.

como limpar o armário
Para ajudar com esse processo, elaboramos algumas perguntas que você pode se fazer na hora de olhar com carinho cada uma das peças (e quaisquer outros itens) que você tem no armário de casa. Ah, mas vale o aviso: seja firme e não caia no mito do ‘pode ser que isso tenha uso daqui um tempo’ – provavelmente, não terá.

1.Eu usei isso no último ano?

A regra é simples: se você não usou no último ano, é melhor tirar do armário de uma vez. Chances são que você não vai usar essa peça também nos próximos meses.

2.Eu usarei isso no próximo ano?

Assim como você parou para pensar se usou alguma coisa nos últimos tempos, vale ter o pensamento contrário: eu vou usar essa roupa no próximo ano? Se a resposta for ‘não’, você já sabe o que fazer.

3.Se eu fizesse compras agora, eu compraria isso de novo?

Outra pergunta para se fazer com sinceridade. Se você estivesse no shopping neste momento, compraria essa roupa de novo?

4.Se está quebrado, vale a pena consertar?

Pense no peso que isso terá no bolso se você mandar essa peça para o conserto. Ela será aproveitada por completo se isso acontecer? Caso contrário, talvez seja melhor descartá-la.

5.Eu manteria isso se estivesse de mudança?

É fácil saber o que você levaria com você com certeza e o que você deixaria para trás na hora de uma mudança. Não hesite e seja firme na sua decisão, ok?